Na ilustração de Sara e Agar, o apóstolo demonstra a incompatibilidade entre a salvação pela lei, tal como defendia os judaizantes, e a salvação pela graça por meio da fé. Fica patente que são dois sistemas religiosos diferentes e o antagônicos, de modo que a adesão a um, automaticamente, excluirá o outro..Paulo diz que as duas esposas de Abraão representam, na verdade, duas alianças que produzem concepções religiosas com natureza e resultados opostos.
A aliança do Sinai, que se manifesta na Jerusalém terrena atual e no judaísmo legalista, tem a natureza na carne, isto é, na capacidade humana de agir, no desempenho e no mérito. Com efeito, tendo em vista a miséria da natureza humana decaída, e incapacidade, a religião estabelecida na carne só pode gerar como resultado a escravidão de seu adeptos. Pois, os que buscam a justiça pelas obras tornam-se obrigados a cumprir toda a lei, e isso perenemente. Contudo, por ser o homem incapaz desse trabalho hercúleo, ao invés de obter sua salvação e reconciliação com Deus, recebe a constante cobrança e maldição da lei, como resultado da tentativa de justificar-se pelas obras.
Por outro lado, tem-se a nova aliança realizado por meio do sangue remidor de Jesus. Esse pacto se baseia na reconciliação do homem com Deus por meio da obra do Filho de Deus que oferece a si mesmo como satisfação pelo pecado conquistando a paz. Por conseguinte, os membros dessa aliança são restaurados pelo Espírito que lhes concede a graça mediante a fé, não por obras que possam praticar. Desse modo o resultado de tal aliança é liberdade dos filhos de Deus no Espírito. Porquanto, os filhos de Deus são reconciliados com o Pai, e mantidos na relação com Ele, não por mérito próprio, nem por obra ou desempenho, mas apenas pela graça que foi outorgada.
Portanto, não é possível, de forma alguma, uma síntese que concilie cristianismo e judaísmo, tal como tentavam fazer os falsos mestres legalistas nas igrejas da Galácia.
Desse modo, Paulo apresenta o fato de que, tal como a escrava Agar e seu filho Ismael, assim é o judaísmo legalista de seus dias, que busca a justificação dos pecados pelas obras da lei de Moisés. Ao tentarem essa empreitada, os judeus, e também cristãos que seguem a vertente teológica nomista, tornam-se escravos oprimidos pelo jugo de seus pecados que pesam com a imposição do mandamento. Já os filhos de Deus, recebem a graça da adoção por meio da fé, de tal maneira que o Espirito de Cristo é enviado aos seus corações para confirmarem sempre que são filhos e herdeiros das promessas. Essa certeza e confiança decorre da fé que possuem na obra de Jesus em seu favor, porque sabem que nada, nem cousa alguma, poderá separá-los do amor de Deus Pai manisfestado em Jesus Cristo, e testificado pelo Espírito Santo.
Todavia, o apóstolo ensina que os dois sistemas legais representados na alegoria, não apenas são antagônicos como sistema soterológicos, sendo também conflitantes. Tal como ocorreu na história entre Ismael e Isaque, em que o filho da escrava persegui o filho da livre promessa assim ocorre em todas as épocas. Sempre a falsa religião perseguirá a verdadeira fé que procede do Espírito de ;deus. Era essa a realidade das igrejas da Galácia, onde os judaizantes acusam e perseguiam o apóstolo Paulo, caluniando sua pessoa e doutrina. Além disso, os crentes fiéis dentro das comunidades cristãs, muitos provavelmente também experimentaram oposição maligna por parte dos hereges.
Por essa razão, o apóstolo conclama os crentes verdadeiros a se apegarem a fé evangélica que ensina a justificação gratuita por meio da fé. Também era dever dos cristãos se afastarem dos falsos mestres e seu ensino adulterado, mantendo-se firmes na liberdade dos filhos de Deus.
Postado por Salvos para Servir - M. Claros-MG - 29-novembro-2016 - Elienai Lima
terça-feira, 29 de novembro de 2016
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Salvos para Servir - O SACRIFÍCIO DE CRISTO E A CELEBRAÇÃO DA SANTA CEIA-5-9-2016
Quando lemos no Antigo Testamento (AT) as leis que nos falam sobre as cerimônias exigidas do povo de Deus, geralmente, ficamos confusos. São tantas informações e detalhes que é difícil compreender o exato sentido de todos esses procedimentos. Contudo, sabemos que tudo que foi escrito, para o nosso ensino foi escrito. E também estamos cientes de que as cerimônias do AT são sobras do Cristo que viria. Podemos dizer, então que os sacrifícios e os rituais são tipos, símbolos e figuras que apontam para a Pessoa e obra do nosso Senhor Jesus. Portanto, é preciso que entendamos tais cerimônias para reconhecermos seu real sentido.
Além disso, os sacrifícios antigos são sinais visíveis da mesma graça apontada, no AT, pelo sacramento da Santa Ceia do Senhor. Desse modo, para prestarmos um culto verdadeiramente racional e em espírito e em verdade, tal como foi exigido pelas Escrituras, precisamos cultuar com nossa mente, por meio de uma fé que entenda o significado do que cantamos, fazemos e celebramos em nossas reuniões públicas. Assim, compreender os sacrifícios da dispensação vetusta nos leva, consequentemente, a sabermos com maior precisão o sentido da ceia que tomamos, do culto que prestamos e da obra que Jesus realizou em nosso favor.
Os sacrifícios do AT eram divididos em três tipos. Primeiro, os sacrifícios expiatórios, que serviam para expiar o pecado e conceder o perdão do faltoso. Segundo, os sacrifícios de consagração, que apontavam para a total entrega e dedicação da vida do ofertante para o Seu Deus e Redentor.
Finalmente, havia os sacrifícios comunais, que consistem das ofertas que expressão um desejo voluntário por parte do adorador de dedicar ao Senhor algo que lhe pertence como prova de gratidão e serviço.
Por isso, "tais ofertas não eram exigidas pela lei por uma regulamentação explícita, mas eram permitidas na condição de que o ofertante satisfizesse os requerimentos da expiação e da consagração (TENNEY, Merril). Com efeito, o sacrifício comunal estava fundamentado nos dois tipos de sacrifícios anteriormente mencionados: expiatórios e de consagração.
Os sacrifícios expiatórios eram fundamento primeiro de todas as cerimônias sacrificiais do AT, porque apontavam para a necessidade primária do adorador de receber o perdão de Deus através de uma vítima que assumisse seu pecado e culpa, substituindo-o. Em seguida, o adorador comprometia sua vida a Deus como consagração ao serviço que o perdoou. Nesse momento se enquadram os sacrifícios de consagração. Só então eram celebrados os sacrifícios comunais que expressam o espírito voluntário e de gratidão do adorador engajado no serviço a Deus.
O mais importante dos sacrifícios comunais era a oferta pacífica que era designada em hebraico pela palavra shelem, ou no plural shelamim, da mesma raiz da palavra shalom (paz). O termo aponta para três aspectos do relacionamento do cultuante com o Deus da aliança. Primeiramente, a oferta pacífica simboliza a dádiva da paz, os seja, " a bênção da integridade, bem-estar, e a condição de estar em paz com Deus". (HARRIS, R. Laird). ;destarte, o sacrifício era a celebração da comunidade, na presença de Deus, usufruindo das dádivas decorrentes da expiação e da consagração.
Tais bênção manifestam-se pela comunhão co Deus que permeia a comunhão entre os irmãos e também com a santificação da vida comum, já que essas refeições eram tomadas por todo o povo e suas famílias fora do santuário.
Extraido do Boletim Informativo da 1ª IP de Montes Claros-MG escrito pelo Rev. Gustavo H. Quintela Franca, pastor titular da 1ª IPB em Montes Claros-MG..
Postado por Salvos para Servir - ELEINA - limaelienai.blospot.com.br ou lima.elienai29@hotmail.com - Montes Claros 05-set.-2016
Além disso, os sacrifícios antigos são sinais visíveis da mesma graça apontada, no AT, pelo sacramento da Santa Ceia do Senhor. Desse modo, para prestarmos um culto verdadeiramente racional e em espírito e em verdade, tal como foi exigido pelas Escrituras, precisamos cultuar com nossa mente, por meio de uma fé que entenda o significado do que cantamos, fazemos e celebramos em nossas reuniões públicas. Assim, compreender os sacrifícios da dispensação vetusta nos leva, consequentemente, a sabermos com maior precisão o sentido da ceia que tomamos, do culto que prestamos e da obra que Jesus realizou em nosso favor.
Os sacrifícios do AT eram divididos em três tipos. Primeiro, os sacrifícios expiatórios, que serviam para expiar o pecado e conceder o perdão do faltoso. Segundo, os sacrifícios de consagração, que apontavam para a total entrega e dedicação da vida do ofertante para o Seu Deus e Redentor.
Finalmente, havia os sacrifícios comunais, que consistem das ofertas que expressão um desejo voluntário por parte do adorador de dedicar ao Senhor algo que lhe pertence como prova de gratidão e serviço.
Por isso, "tais ofertas não eram exigidas pela lei por uma regulamentação explícita, mas eram permitidas na condição de que o ofertante satisfizesse os requerimentos da expiação e da consagração (TENNEY, Merril). Com efeito, o sacrifício comunal estava fundamentado nos dois tipos de sacrifícios anteriormente mencionados: expiatórios e de consagração.
Os sacrifícios expiatórios eram fundamento primeiro de todas as cerimônias sacrificiais do AT, porque apontavam para a necessidade primária do adorador de receber o perdão de Deus através de uma vítima que assumisse seu pecado e culpa, substituindo-o. Em seguida, o adorador comprometia sua vida a Deus como consagração ao serviço que o perdoou. Nesse momento se enquadram os sacrifícios de consagração. Só então eram celebrados os sacrifícios comunais que expressam o espírito voluntário e de gratidão do adorador engajado no serviço a Deus.
O mais importante dos sacrifícios comunais era a oferta pacífica que era designada em hebraico pela palavra shelem, ou no plural shelamim, da mesma raiz da palavra shalom (paz). O termo aponta para três aspectos do relacionamento do cultuante com o Deus da aliança. Primeiramente, a oferta pacífica simboliza a dádiva da paz, os seja, " a bênção da integridade, bem-estar, e a condição de estar em paz com Deus". (HARRIS, R. Laird). ;destarte, o sacrifício era a celebração da comunidade, na presença de Deus, usufruindo das dádivas decorrentes da expiação e da consagração.
Tais bênção manifestam-se pela comunhão co Deus que permeia a comunhão entre os irmãos e também com a santificação da vida comum, já que essas refeições eram tomadas por todo o povo e suas famílias fora do santuário.
Extraido do Boletim Informativo da 1ª IP de Montes Claros-MG escrito pelo Rev. Gustavo H. Quintela Franca, pastor titular da 1ª IPB em Montes Claros-MG..
Postado por Salvos para Servir - ELEINA - limaelienai.blospot.com.br ou lima.elienai29@hotmail.com - Montes Claros 05-set.-2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Salvos para Servir - SEIS APLICAÇÕES - Segunda feira 1º de agosto de 2016
Estudando o livro escrito por Jeremiah Burroughs,, com o seguinte título; APRENDEDENDO A ESTAR CCONTENTE, com apenas 64 páginas e 10 capítulos, pequenos, ele faz umas aplicações dos capítulos 9 e 10 com 6 perguntas;
Na primeira, ele aborda que, um espírito contente é obra da graça de Deus no coração. Acaso não termos um espírito alegre significa que a culpa é de Deus? Teríamos permissão para continuar
recclamendo e queixando até que Deus nos faça diferente?
Segunda, Um dos m odos pelos quais aprendemos a estar alegres é não nos envolvermos em demasia com as cousas deste mundo ( Mat. 6:19-34 e Col. 3:1-4). Mas os cristãos realmente têm de viver no mundo; temos muitas responsabilidades terrenas - nossas famílias, nosso trabalhos, etc. À luz disso, o que significa em termos práticos, "envolvwer-se demais nos assuntos deste mundo"?
Terceira. Leia Atos16:16-25. Tente imaginar-se no lugar de Silas e Paulo e imagine o que significa ser chicoteado e aprisionado por fazer o que é bom. Qual a importância da oração e do louvor na preservação de um espírito contente em tempos de dificuldades?
Quarta. Que tem nos ajudado a permanecermos alegres quando passamos por situações difíceis?
Quinta. Quando outros cristãos estão passando por provações, qual a maneira melhor de ajudá-los a permanecerem contentes com Deus e o que Ele está fazendo para eles?
Sexta; O que aprendemos.
Obs. Bom seria que todos que lerem estas 6 perguntas lessem o Livro cujo título está citado supra. Li-o todo e achei interessante estas últimas aplicações.
Postado por Salvos para Servir - Elienai Lima -lº agosto de 2016. (Tanscrito do Livros Aprendendo a Estar Contente de Jesremiah Burroughs)
Na primeira, ele aborda que, um espírito contente é obra da graça de Deus no coração. Acaso não termos um espírito alegre significa que a culpa é de Deus? Teríamos permissão para continuar
recclamendo e queixando até que Deus nos faça diferente?
Segunda, Um dos m odos pelos quais aprendemos a estar alegres é não nos envolvermos em demasia com as cousas deste mundo ( Mat. 6:19-34 e Col. 3:1-4). Mas os cristãos realmente têm de viver no mundo; temos muitas responsabilidades terrenas - nossas famílias, nosso trabalhos, etc. À luz disso, o que significa em termos práticos, "envolvwer-se demais nos assuntos deste mundo"?
Terceira. Leia Atos16:16-25. Tente imaginar-se no lugar de Silas e Paulo e imagine o que significa ser chicoteado e aprisionado por fazer o que é bom. Qual a importância da oração e do louvor na preservação de um espírito contente em tempos de dificuldades?
Quarta. Que tem nos ajudado a permanecermos alegres quando passamos por situações difíceis?
Quinta. Quando outros cristãos estão passando por provações, qual a maneira melhor de ajudá-los a permanecerem contentes com Deus e o que Ele está fazendo para eles?
Sexta; O que aprendemos.
Obs. Bom seria que todos que lerem estas 6 perguntas lessem o Livro cujo título está citado supra. Li-o todo e achei interessante estas últimas aplicações.
Postado por Salvos para Servir - Elienai Lima -lº agosto de 2016. (Tanscrito do Livros Aprendendo a Estar Contente de Jesremiah Burroughs)
domingo, 26 de junho de 2016
Salvos para Servir - AUXÍLIO CONTRA A FALSIDADE - Domingo, 26 de junho de 2016
Salmos de David de número 12.
O Grande homem, segundo o coração de Deus, ungido rei de Israel, sentiu na pele tantas perseguições quanto as falsidades no meio do seu povo, dos seus supostos "amigos", sendo invejado pelos seus próprios irmãos, perseguido, por inveja pelo rei Saul e muitos outros, ele escreve esse salmo clamando do SENHOR, socorro. Assim escreve ele:
Socorro, SENHOR! Porque já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens. Falam com falsidade uns aos outros, falam com lábios bajuladores e coração fingido.
Corte o SENHOR todos os lábios bajuladores, a língua que fala soberbamente, pois dizem: Com a língua prevaleceremos, os lábios são nossos; quem é o senhor sobre nós? Por causa da opressão dos pobres e do gemido dos necessitados, eu me levantarei agora, diz o SENHOR; e porei a salvo a quem por isso suspira. As palavras do SENHOR são palavras puras, prata refinada em cadinho de barro depurada sete vezes. Sim, SENHOR, Tu nos guardarás; desta geração nos livrará para sempre. Por todos os lugares andam os perversos, quando entre os filhos dos homens a vileza é exaltada.
Ainda vivemos esses dias de hipocrisias, de bajulações de enganos, em todas as camadas da sociedade. Perguntaram ao :Senhor Jesus quem nossos maiores inimigos, Ele respondeu, são os próprios familiares.Devemos, a cada dia suplicar, clamar mesmo ao Senhor para nos livrar desses ardis, pois todos estamos sujeitos. Só mesmo a graça maravilhosa de Deus para nos livrar deles, pois somente do Senhor vem o nosso socorro como expressa o Salmos 121.
Postado por Salvos para Servir - Elienai S. Lima - email - lima.elienai29@hotmail.com. Montes Claros-MG
O Grande homem, segundo o coração de Deus, ungido rei de Israel, sentiu na pele tantas perseguições quanto as falsidades no meio do seu povo, dos seus supostos "amigos", sendo invejado pelos seus próprios irmãos, perseguido, por inveja pelo rei Saul e muitos outros, ele escreve esse salmo clamando do SENHOR, socorro. Assim escreve ele:
Socorro, SENHOR! Porque já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens. Falam com falsidade uns aos outros, falam com lábios bajuladores e coração fingido.
Corte o SENHOR todos os lábios bajuladores, a língua que fala soberbamente, pois dizem: Com a língua prevaleceremos, os lábios são nossos; quem é o senhor sobre nós? Por causa da opressão dos pobres e do gemido dos necessitados, eu me levantarei agora, diz o SENHOR; e porei a salvo a quem por isso suspira. As palavras do SENHOR são palavras puras, prata refinada em cadinho de barro depurada sete vezes. Sim, SENHOR, Tu nos guardarás; desta geração nos livrará para sempre. Por todos os lugares andam os perversos, quando entre os filhos dos homens a vileza é exaltada.
Ainda vivemos esses dias de hipocrisias, de bajulações de enganos, em todas as camadas da sociedade. Perguntaram ao :Senhor Jesus quem nossos maiores inimigos, Ele respondeu, são os próprios familiares.Devemos, a cada dia suplicar, clamar mesmo ao Senhor para nos livrar desses ardis, pois todos estamos sujeitos. Só mesmo a graça maravilhosa de Deus para nos livrar deles, pois somente do Senhor vem o nosso socorro como expressa o Salmos 121.
Postado por Salvos para Servir - Elienai S. Lima - email - lima.elienai29@hotmail.com. Montes Claros-MG
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Salvos para Servir - AMAR E SER HOSPITALEIRO É UMA DÁDIVA DIVINA - 28/01/2016
O Apóstolo Pedro, em sua primeira carta aos cristão dispersos, capítulo 4, versículos 7 ao 11, ele faz esta recomendação de exortação:
" V. 7 - Ora, o fim de todas as cousas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações. V.8- Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. V.9- sede mutuamente hospitaleiros sem murmuração. V.10 - servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bos despenseiros da multiforme graça de Deus. V. 11- Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na foça que Deus supre, para que em todas as cousas seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém"
O escritor da carta aos hebreus no capítulo 13 versículos de 1 e 2 escreve assim: "Seja constante o amor fraternal, Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem sem saber acolheram anjos".
Que Deus se apiede de cada um de nós nesse afã de procurar fazer e pôr em prática todas as recomendações dados por Deus, através de seus servos inspirados pelo seu divino Espírito Santos, para que tenhamos um melhor e mais humanizado. Soli Deo gloria.
Postado por:Salvos para Servir - Elienai Lima e-mail - lima.elienai29@hotmail.com
" V. 7 - Ora, o fim de todas as cousas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações. V.8- Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. V.9- sede mutuamente hospitaleiros sem murmuração. V.10 - servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bos despenseiros da multiforme graça de Deus. V. 11- Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na foça que Deus supre, para que em todas as cousas seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém"
O escritor da carta aos hebreus no capítulo 13 versículos de 1 e 2 escreve assim: "Seja constante o amor fraternal, Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem sem saber acolheram anjos".
Que Deus se apiede de cada um de nós nesse afã de procurar fazer e pôr em prática todas as recomendações dados por Deus, através de seus servos inspirados pelo seu divino Espírito Santos, para que tenhamos um melhor e mais humanizado. Soli Deo gloria.
Postado por:Salvos para Servir - Elienai Lima e-mail - lima.elienai29@hotmail.com
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